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Casapueblo: Refúgio, ateliê e obra-prima de Vilaró

Localizada em Punta Ballena, a 15 km do centro de Punta del Este, a Casapueblo é fruto do empenho e persistência de Carlos Paes Vilaró, que dedicou 36 anos de sua vida a essa construção. O resultado é surpreendente, uma imensa obra de arte localizada em uma bela e íngreme encosta, “um protesto contra a linha reta”, segundo definição do próprio artista.

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Colônia del Sacramento: Arquitetura portuguesa às margens do Rio da Prata

Colônia del Sacramento é uma cidadezinha excelente pra se passar um dia ou uma vida inteira! É um lugar que encanta em cada detalhe, onde tudo parece ter sido planejado pra ser charmoso. O tempo ali passa devagar, o gostoso em Colônia é andar sem pressa, descobrir cada cantinho colorido, encantar-se com a arquitetura, com os restaurantes aconchegantes e contemplar o Rio da Prata até cansar (difícil!).

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Montevidéu: Pequena (pero no mucho!)

Sabe aquela ideia de conhecer Montevidéu em dois dias? A menos que essa seja sua única opção, desista! A capital do “paisito” é pequena sim, mas tem diversos atrativos e nem todos ficam tão próximos.

Acho interessante dividir os dias disponíveis por bairros, dessa forma o tempo rende mais!
Segue sugestão de roteiro:

Bairro: Ciudad Vieja

O bairro Ciudad Vieja foi a parte da cidade que mais me agradou, repleto de monumentos e pontos de interesse, é uma opção para um dia inteiro de passeio, ou até mais.

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Bodega Bouza – Vinícola moderna e almoço memorável!

Visitamos a Bodega Bouza em setembro e o único inconveniente foi que essa não era a época da colheita das uvas… Logo, as parreiras que eu tanto ansiava ver, estavam “peladas”! Confesso que fiquei frustrada com isso. Depois descobri que para vê-las carregadas eu deveria ter programado minha visita entre fevereiro e meados de março, mas todo o resto foi tão perfeito, que recomendo esse passeio em qualquer época.

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Sucre: A cidade branca

De todas as cidades que visitei na Bolívia, Sucre foi a que me pareceu mais bonita e organizada. Localizada no Departamento de Chuquisaca, é a capital Constitucional da Bolívia e abriga órgãos importantes, como a Corte Suprema de Justiça. Em uma rápida caminhada por suas ruas percebe-se a razão do apelido que ganhou: “cidade branca”, os edifícios coloniais são predominantemente dessa cor e a uniformidade, longe de transmitir monotonia, como se possa imaginar, confere uma identidade visual muito peculiar à capital.

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Uyuni: Ponto de partida para o deserto de sal

Partimos de Oruro à tarde e após uma viagem de 7h de trem, finalmente chegamos a Uyuni. Não nos preocupamos em reservar hospedagem, o que foi um grande erro. O evento “Rally Dakar”, que em 2014 aconteceu na Bolívia, havia terminado há poucos dias e muitos turistas aproveitaram a oportunidade pra “dar uma esticadinha”. Conclusão: a maioria dos hostels estava lotada e os preços bem mais salgados. Após 3 tentativas frustradas, conseguimos uma vaga pra passar a noite. Felizmente fechamos o passeio do deserto ainda em La Paz, mesmo assim, pagamos mais que o habitual.

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Potosí: A cidade da prata e do mascarón

Vale a pena deixar Potosí pro final da viagem para que seja possível uma aclimatação, pois com seus 3.967m de altitude ela é uma das cidades mais altas da Bolívia e também do mundo. No passado, Potosí ficou conhecida como a maior produtora de prata da história e durante o século XVII tornou-se a cidade mais rica e a segunda mais populosa do planeta. Porém, atualmente a realidade é outra, com a prata praticamente esgotada, a população no geral é bem pobre e tem poucas opções de trabalho, muitos ainda se veem obrigados a trabalhar nas minas em condições precárias e insalubres.

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Oruro: Vale a pena ir fora da Diablada?

Oruro é a capital do departamento de mesmo nome e surgiu como um acampamento temporário de mineiros que exploravam a prata da região. Atualmente a maioria das minas está abandonada, ou é explorada de forma bem menos intensa do que no passado e a cidade é conhecida mesmo por seu carnaval, a Diablada, que acontece entre fevereiro e março. Trata-se de uma festa religiosa de devoção à Virgen del Socavón (Virgem da gruta), que é homenageada com dança e música.

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