Bodega Bouza – Vinícola moderna e almoço memorável!

Visitamos a Bodega Bouza em setembro e o único inconveniente foi que essa não era a época da colheita das uvas… Logo, as parreiras que eu tanto ansiava ver, estavam “peladas”! Confesso que fiquei frustrada com isso. Depois descobri que para vê-las carregadas eu deveria ter programado minha visita entre fevereiro e meados de março, mas todo o resto foi tão perfeito, que recomendo esse passeio em qualquer época.

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Travessia da Ponta da Juatinga

Essa clássica travessia pelo litoral de Paraty, por muito tempo fez parte da minha lista de desejos, além do desafio físico e da beleza natural da região, o contato com a cultura caiçara sempre despertou meu interesse. Demorei a colocar esse projeto em prática porque queria realiza-lo sem pressa, com tempo suficiente pra curtir cada lugar. Apesar da ansiedade, optei por fazer a trilha apenas nas férias, reservando assim 6 dias para explorar a região. Tenho que dizer que valeu a espera!

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Sucre: A cidade branca

De todas as cidades que visitei na Bolívia, Sucre foi a que me pareceu mais bonita e organizada. Localizada no Departamento de Chuquisaca, é a capital Constitucional da Bolívia e abriga órgãos importantes, como a Corte Suprema de Justiça. Em uma rápida caminhada por suas ruas percebe-se a razão do apelido que ganhou: “cidade branca”, os edifícios coloniais são predominantemente dessa cor e a uniformidade, longe de transmitir monotonia, como se possa imaginar, confere uma identidade visual muito peculiar à capital.

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Uyuni: Ponto de partida para o deserto de sal

Partimos de Oruro à tarde e após uma viagem de 7h de trem, finalmente chegamos a Uyuni. Não nos preocupamos em reservar hospedagem, o que foi um grande erro. O evento “Rally Dakar”, que em 2014 aconteceu na Bolívia, havia terminado há poucos dias e muitos turistas aproveitaram a oportunidade pra “dar uma esticadinha”. Conclusão: a maioria dos hostels estava lotada e os preços bem mais salgados. Após 3 tentativas frustradas, conseguimos uma vaga pra passar a noite. Felizmente fechamos o passeio do deserto ainda em La Paz, mesmo assim, pagamos mais que o habitual.

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Potosí: A cidade da prata e do mascarón

Vale a pena deixar Potosí pro final da viagem para que seja possível uma aclimatação, pois com seus 3.967m de altitude ela é uma das cidades mais altas da Bolívia e também do mundo. No passado, Potosí ficou conhecida como a maior produtora de prata da história e durante o século XVII tornou-se a cidade mais rica e a segunda mais populosa do planeta. Porém, atualmente a realidade é outra, com a prata praticamente esgotada, a população no geral é bem pobre e tem poucas opções de trabalho, muitos ainda se veem obrigados a trabalhar nas minas em condições precárias e insalubres.

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Oruro: Vale a pena ir fora da Diablada?

Oruro é a capital do departamento de mesmo nome e surgiu como um acampamento temporário de mineiros que exploravam a prata da região. Atualmente a maioria das minas está abandonada, ou é explorada de forma bem menos intensa do que no passado e a cidade é conhecida mesmo por seu carnaval, a Diablada, que acontece entre fevereiro e março. Trata-se de uma festa religiosa de devoção à Virgen del Socavón (Virgem da gruta), que é homenageada com dança e música.

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Santa Cruz de la Sierra: reserve tempo para os arredores

Santa Cruz foi o ponto de partida dessa viagem e entrou no roteiro apenas por ser a única opção de irmos para Bolívia utilizando milhas da Gol. Saímos de São Paulo às 11h e após 3h de vôo chegamos ao Aeroporto Internacional de Viru Viru. A fila da imigração por pouco não demorou mais que a viagem, tinha apenas um atendente para a fila de estrangeiros e ele estava trabalhando e falando ao celular ao mesmo tempo. Mas enfim, chegou nossa vez! De lá seguimos para o Residencial Ikandire, bem localizado e com um preço justo, acho que fizemos uma boa escolha.

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La Paz: Caótica e apaixonante

Após chegar ao Aeroporto Internacional de El Alto (nome, aliás, bem condizente com seus 4.061m de altitude) é provável que você sinta os primeiros efeitos do soroche (mal da altitude) e queira voltar dali mesmo. A sensação é realmente bem desagradável, os sintomas mais comuns são: dor de cabeça, tontura, náusea, cansaço e falta de ar (geralmente tudo junto!). Mas não se desespere, a adaptação costuma ser rápida.

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Cholita’s Wrestling – O telecatch boliviano

A princípio a ideia de assistir a uma falsa luta livre de cholas me pareceu bem bizarra (e realmente é!), mas em que outro lugar do mundo eu teria essa experiência? Pensando nisso, fui conferir. O “desafio” acontece todos os domingos na região de El Alto e os ingressos são vendidos em diversas agências da Calle Sagárnaga. Compramos os nossos por Bs 80 cada. Esse valor incluía: transporte, ticket para ver a luta na primeira fila, um snack, um souvenir e ticket para ir ao banheiro (torça para não utilizar esse último!).

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Downhill pela estrada da morte – Insano, assustador, imperdível!

Após pesquisar bastante, compramos diversos passeios com a mesma operadora, assim conseguimos um bom desconto. Optamos pela “Viacha Tour”, localizada na Calle Sagárnaga. Eles terceirizam serviços de outras agências e nesse passeio de bike utilizaram os serviços da “El Solario”. Pessoalmente não tive maiores problemas, minha bicicleta estava em bom estado, achei os guias atenciosos e o lanche e almoço foram bem razoáveis. Até o café da manhã estava incluído, mas dispensamos e preferimos tomar café no hostel pra que pudéssemos dormir um pouco mais. Meu único inconveniente foi o capacete, que era grande demais, mas consegui resolver o incômodo colocando uma touca de lã por baixo. Percebi que algumas pessoas do meu grupo reclamaram do freio e outras tiveram problemas com as luvas, que causaram bolhas nas mãos.

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